segunda-feira, janeiro 16, 2017

VITÓRIA COM VALOR ACRESCENTADO.

Casillas volta a fazer história no FC Porto



Liga NOS
17ª jornada
Estádio do Dragão, Porto
18:00h - sportv
Tempo frio s/ chuva
2017.01.15

                       FC do PORTO, 3 - Moreirense, 0
                                    (ao intervalo: 2-0)

FCP_ Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano, Alex Telles, Danilo Pereira, Hèctor Herrera (C) Óliver Torres, aos 68' André André, Jesùs Corona, aos 68' Kelvin, André Silva e Diogo J, aos 70' Rui Pedro.
Equipamento: oficial tradicional
Treinador: Nuno Espírito Santo

Árbitro: Fábio Veríssimo, AF Leiria.

GOLOS: 1-0 aos 30', por Óliver Torres, no seguimento de livre direto apontado por Alex Telles defendido pelo guarda redes com a bola a ficar na posse de Iván Marcano perto da bandeirola de canto, que a cede a Óliver Torres à entrada da área depois de se te livrado de um opositor, com o médio portista a rematar forte rasteiro e colocado fazer entrar a bola junto ao poste; 2-0 aos 42', por André Silva, coroando uma real jogada iniciada por Diogo J no primeiro terço do relvado, conduzindo a bola por entre vários opositores em dribles e fintas, cedendo-a perto da área contrária a Jesùs Corona para este concluir com remate forte defendido pelo guarda redes para o lado, onde André Silva em desequilíbrio remata de cabeça para o fundo da baliza. Grande mérito de Diogo J!; 3-0 aos 62', em remate de cabeça de Iván Marcano na emenda de pontapé de canto.

     Os primeiros vinte e cinco minutos da equipa do Futebol Clube do Porto não decorreram de molde a entusiasmar as hostes portistas, insatisfeitos com a baixa intensidade do futebol praticado e a incapacidade em assumir claramente a esperada e exigida ascendência sobre o adversário tido como menos valioso. E se foi do FC do Porto a primeira investida à baliza do Moreirense, foi a equipa de Inácio que no 4' concluiu uma jogada bem delineada que Iker Casillas anulou com uma grande estirada ate perto do poste para deter um remate muito mal intencionado de um moreirense.

    A supremacia do Dragão no jogo entretanto recuperada foi compensada com o golo de Óliver Torres mantendo-se durante o restante tempo da primeira parte e em todo o período complementar, não obstante a resistência oferecida pelo conjunto de Moreira de Cónegos, muito bem organizado e com alguns elementos de boa capacidade técnica e física. Valeu a ação e concentração da defesa da casa a travar as investidas do adversário e os excelentes desempenhos da linha média portista com Danilo Pereira, Hèctor Herrera e Óliver Torres a darem velocidade e assertividade no delineamento de jogadas de ataque, bem como a mobilidade e inspiração de Diogo J e André Silva, os quais só com recurso à falta era possível travá-los, resultando daí a expulsão de Francisco Geraldes aos 45' por ser castigado com duplo amarelo.

   Com exceção do período já referido o Futebol Clube do Porto regressou às vitórias graças a uma boa exibição. Ao contrário do que se possa deduzir face à classificação neste momento, o Moreirense é uma equipa difícil de bater porque possui bons executantes e sabe o que fazer no relvado. Assim se compreende que o Futebol Clube do Porto deveria ter dado mais atenção ao seu adversário de ontem quando foi a Moreira de Cónegos lutar para manter-se na Taça da Liga...

  A par de boa exibições individuais de atletas já conhecidos pela sua valia técnica, o Futebol Clube do Porto mostra melhorias na organização coletiva, podendo melhorar algo mais com os jogadores mais soltos e confiantes. Há ainda um reduzido aproveitamento das situações criadas perto da área adversária com remates desenquadrados com a baliza e um desaproveitamento obsceno dos pontapés de canto, que é difícil de aceitar ou compreender.

  Não tem sido normal esta época, no que respeita aos encontros disputados pelo  Futebol Clube do Porto, ter arbitragens como a de ontem protagonizada pelo leiriense Fábio Veríssimo. Pode ter sido um acaso ou, então, a descoberta de um caminho novo para a arbitragem portuguesa. Fosse o comportamento dos jogadores, o andamento do resultado ou a consciência de Fábio Veríssimo a par dos seus conhecimentos que quis demonstrar possuir, o que é facto é que NÃO HOUVE FACTOS! Milagre!? Esperemos pelos próximos episódios... 

Remígio Costa 

sexta-feira, dezembro 30, 2016

PORTO (DES) LIGADO


TL: FC Porto-Feirense, 1-1 (destaques)
O MOMENTO DO JOGO COM YASSIME BRAHIMI A INICIAR A MELHOR JOGADA DO FC DO PORTO EM TODA A PARTIDA.


Taça da Liga
2ª jornada
Estádio do Dragão, Porto
19:15h - Sportv1
Tempo: frio e seco
2016.12.29
Espectadores: 41325


              FC do PORTO, 1Feirense, 1
                                   (ao intervalo: 0-0) 

FCP: José Sá, Maxi Pereira, Boly, Iván Marcano, Rúben Neves, Hèctor Herrera (C), aos 79 Óliver Torres, João Teixeira, aos 79' Rui Pedro. Jesùs Corona, Yassime Brahimi e Depoitre.
Equipamento: oficial tradicional.
Treinador: Nuno Espírito Santo (NES)


Arbitro: João Pinheiro (AF Braga)

GOLOS: 1-0 aos 49' por Iván MARCANO rematando de cabeça um cruzamento de Hèctor Herrera para o centro da área com  bola a entrar junto ao poste; 1-1 aos 73', por Flávio Ramos, em remate de cabeça na sequência de um livre direto por falta de Maxi Pereira, marcado sobre a área e elevando-se sem oposição dos centrais portistas e de forma a tornar infrutíferos os esforços de José Sá para deter a bola a entrar junto ao ângulo da baliza.


A melhor jogada do ataque portista ocorreu aos 5' quando Yassime Brahimi, entrando pela esquerda em slaloom com a bola a cede a Depoitre que lha devolve com um pequeno toque e o argelino em progressão para enquadramento a leva, num remate de grande execução técnica, a bater na trave gorando-se a primeira grande oportunidade da partida. A partir deste lance e até ao fim várias ocasiões para abrir o marcador foram criadas pela equipa azul e branca, as quais foram anulados pelas intervenções espetaculares do guardião feirense Vánan Alves, por má conclusão das jogadas levadas até à baliza dos visitantes ou intervenções oportunas dos defesas da equipa da Feira. Mas foi José Sá que  aos 83' e com o marcador em 1-1 evitou maior dano para os Dragões ao voar para sacudir a bola para canto em remate de golo feito!

Numa apreciação final sobre o comportamento da equipa do FC do Porto nesta partida oferece-me dizer que me fez lembrar o princípio de época. Jogo em ritmo moderado, futebol "mastigado", passes mal executados e pior concluídos. Valeu em determinadas fases do jogo a classe e o empenho de alguns jogadores que esperam voltar à titularidade com Hèctor Herrera, ou dar nas vistas como procurou aparecer João Carlos Teixeira ou a demonstração da boa fase que atravessa Yassime Brahimi quiçá para chegar em excelentes condições aos torneio africano. De resto, tudo muito abaixo do exigido sobretudo porque o FC Feirense apresentou-se no Dragão com fundadas aspirações de discutir o jogo mostrando ser  um conjunto muito coeso, com algumas unidades de excelente técnica, combativo e com um plano bem estudado para esta partida que cumpriu de tal modo que o empate é prémio pequeno para a qualidade de jogo que demonstrou. 

José Sá não teve qualquer responsabilidade no golo sofrido e salvou o Porto do escândalo; Maxi Pereira, Alex Telles, Rúben Neves, Iván Marcano, Jesús Corona, não atingiram nível acima do suficiente; Boly teve culpas por falta de marcação no golo Feirense; Depoitre andou por todo o lado menos no sítio certo e nunca, com exceção de um cruzamento com o tempo a escoar que rematou mal de cabeça, foi servido como ele precisa. Jesús Corona apático e desinspirado raramente saiu bem das assistências que tentou. Fez falta à equipa. Óliver Torres não teve tempo para alterar a situação e Rui Pedro não foi boa ideia do NES, para aquele momento do jogo.

Alguém anda a rir-se do Futebol Clube do Porto ao nomear o João Pinheiro para esta partida no Dragão, depois do que fez há dois meses em Setúbal.  Ontem voltou a errar de forma grosseira em desfavor do FC do Porto, ao interpretar de forma diferente da que o Benfica Paixão teve no Estoril ao dar penalti num lance em que o jogador da casa com o braço apoiado no chão corta a bola, com a diferença de que no jogo de ontem a bola iria para a baliza se não tivesse sido intercetada com os braços do defesa do Feirense, noutro lance é Hèctor Herrera que é atropelado dentro da área e o Pinheiro não vê, é baixinho; também Boly leva com a bola na mão dentro da área sem mexer o braço e o Porto teve sorte porque se o Pinheiro do relvado ou o pinheirito da lateral tivessem visto a penalização era certa. Mas não é só na avaliação dos lances dentro da área que o Pinheiro do Bom Jesus falha, também na avaliação de faltas em jogadas no relvado em que confunde infrator com vítima, subvertendo a expressão in dubio pro reo já que na maioria dos lances só ele é que tem dúvidas em julgar faltas a favor do Futebol Clube do Porto.

segunda-feira, dezembro 26, 2016

POR QUE EU NÃO POSSO RESPEITAR O BENFICA.



Alguns adeptos do clube da Dona Victória (ave protegida pelos regimes desde a entrada em vigor da Constituição de 1933...) não apreciam algumas das minhas partilhas com que me deparo no face referentes ao clube do regime.  Estão no direito deles, não preciso de conhecer o que pensam a respeito e não estou preocupado com a avaliação que lhes atribuem  A maior parte das vezes nem conheço o autor dos vídeos e o titular da conta onde os vejo, mas sei a cor e conheço dados bastantes do curriculo de alguns que se babam como alarves quando publicitam nas suas páginas próprias charlas e imitações desprovidas de senso e educação moral e cívica na tentativa de apoucar e ridicularizar figuras de Clubes honrados e vencedores que se distinguiram pelo mérito e sucesso do trabalho que ao longo de vida, a coberto de contra-resposta que o confronte com as suas limitações e incongruências.

É o caso do vídeo que aqui trago e fui buscar ao sítio de um indivíduo que pretende passar por democrata pregador de boas doutrinas sem as exercer, grandes conhecimentos e relacionamento com figuras da vida política local e nacional e até de Angola onde fez quase toda a sua vida particular, isento e educado e avô cantigas. Antes de o ter deixado de seguir, melindrou-se quando o confrontei com factos públicos e evidências judiciais passados em julgado relativos aos presidentes do clube alfacinha, que ele agora faz questão de se dizer, respondendo às afirmações ofensivas que publicou referentes a Jorge Nuno Pinto da Costa. Melindrou-se, não está habituado à contradição e, incapaz de encontrar argumentos credíveis para se defender, fugiu para voltar à sua tribuna onde é dono e senhor da palavra  e perito em distribuir lixo sem o separar e atar em sacos pretos para levar ao contentor.


Vejam e que venha alguém depois pedir-me moderação quem tomar conhecimento e der assentimento a esta miserável e inaudita ação saída como um arroto do bestunto infetado  de um seguidor do clube dos sete milhões de fanáticos adeptos.



terça-feira, dezembro 20, 2016

GRANDE NOITE DE FUTEBOL NO DRAGÃO COM SEGUNDA PARTE ÉPICA DA EQUIPA PORTISTA!

Capa de OJOGO

Liga NOS
14ª Jornada
Estádio do Dragão, Porto
2016.12.19 - 20:00 horas
Sportv1
Tempo: seco e frio
Espectadores: +- 30000


                   FC DO PORTO, 2 - CD Chaves, 1
                                       (ao intervalo: 0-1) 

FCP: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano (C), Alex Telles, Danilo Pereira, Óliver Torres, aos 82' Rúben Neves, Yasine Brahimi, aos 85' João Teixeira, Jesùs Corona, Diogo J. e André Silva.
Equipamento. oficial tradicional
 
Treinador: Nuno Espírito Santo 

Árbitro: Vasco Santos (AF Porto)

GOLOS: 0-1 aos 12', por Rafael Lopes. Do lado esquerdo, perto do bico da grande área, Felipe ao tentar recuperar a bola escorregou e caiu, permitindo que o avançado do Chaves a recuperasse e, com ela controlada e à vontade, bateu forte em direção à baliza. O esférico bateu na bota de Danilo Pereira, ganhou efeito e, em arco por cima de Iker Casillas que entretanto saíra da baliza. O empate surgiu aos 72' numa estupenda entrada de cabeça ao primeiro poste de Depoitre que entrara no jogo aos 64' substituindo Diogo J., dando seguimento a um excelente cruzamento de Alex Telles. O golo do triunfo foi obtido num monumental pontapé de longa distância de Danilo Pereira, aos 77' a fazer entrar o esférico junto ao poste do lado esquerdo da baliza depois de bater no relvado de nada valendo a estirada do guarda redes flaviense. Um golo monumental, de raiva e de vingança perante as  incidências desfavoráveis que a equipa teve que superar no decorrer do jogo, levantadas pela equipa adversária e pela da arbitragem.


         O jogo foi vibrante, emotivo, de grande intensidade competitiva e de incerteza quanto ao desfecho final, com os dois conjuntos a disputarem cada palmo do relvado no limite das respetivas capacidades. Principiou melhor o Futebol Clube do Porto que nos primeiros cinco minutos da partida conduziu a bola nas imediações da área flaviense. Mas logo se notou que o Chaves não vinha cumprir calendário ao Dragão pelas dificuldades que levantava à equipa portista para organizar o seu jogo e pela eficácia nos desarmes e disponibilidade para criar perigo quando partia para a ofensiva. Com o golo feliz aos 12', o Chaves acreditou poder discutir o jogo, cresceu na agressividade na anulação individual dos jogadores da casa beneficiando da complacência do critério de Vasco Santos, e o Futebol Clube do Porto não estava a concluir com eficácia as investidas à baliza dos transmontanos. Entretanto os forasteiros mantinham elevado nível de perigo nos contra ataques em velocidade, e foi uma extraordinária defesa de Iker Casillas que evitou o 0-2 aos 34', e aos 39' e 41' repetiu as pretensões com remates perigosos.

          O período complementar o Futebol Clube do Porto entrou no jogo transfigurado logrando consumar uma exibição como há muito não se via no Dragão! Nervo, raiva, entrega total, emoção, coração, virtuosismo, classe, paixão, portismo! ´Jogos que ficam para sempre na alma e na memória de quem os presencia, deleite de quem aprecia e ama o futebol que fazem acreditar na perenidade deste desporto mágico.

          Aos 53' André Silva rejubila com os companheiros depois de apontar de cabeça o golo do empate e todos ficam estupefactos quando se dão conta de que o lance foi anulado por fora de jogo. Como!? O quê!? Off-side!? Onde' Quem, cretino, cegueta, vesgo, incompetente!' Por que só tu viste ilegalidade no lance? Estavas a pensar em quê, no Pai Natal? Viouchers!? Camisolinhas ou futuro lugar na estrutura da quadrilha!? Vai trabalhar para as obras ganhar a vida honestamente. Até ao fim, depois, foi um girândola das festas da Senhora d'Agonia. Com um minuto de intervalo as jogadas de massacre sucediam-se na baliza do Chaves: 54', 57', quando Maxi Pereira fica esmagado debaixo de um contentor que lhe cai em cima, o Vasquinho Santinhos nem se preocupa com a vítima, faz de conta que não é com ele, André Silva aos 58', aos 59', aos 60' e Iker a defender remate forte, aos 62' responde o Porto, aos 64' Depoitre serve André Silva que voa mas não tão depressa, aos 69, 71', e aos 72´o golpe fulgurante de Depoitre para a reviravolta justificadíssima! Aos 76' Jesùs Corona tira (finalmente!) um excelente cruzamento para Depoitre, mas Filipe agarra no ar. Aos 77' Filipe não teve categoria para travar a bomba de Danilo Pereira, e a justiça divina.

          O comportamento dos jogadores nesta noite de tanta intensidade emocional e de enorme espetáculo foi de tão alto nível que não é justo fazer distinções. Bravo, rapazes! Bom Natal, festas felizes. Obrigado, Porto.

          Ouçam, esta continuidade de erros de arbitragem que vem ocorrendo contra o Futebol Clube do Porto nesta campeonato não pode continuar. Deve ser caso único no mundo uma equipa ver escamoteados por erros grosseiros da equipa de arbitragem QUINZE lances comprovados sucetíveis de sanção máxima em CATORZE jogos! É inacreditável que os dirigentes, a imprensa, as entidades desportivas passem ao lado desta anormalidade desportiva e não usem a sua autoridade para fazer cumprir os regulamentos e meter na ordem os incompetentes que denigrem o futebol.  

sexta-feira, dezembro 16, 2016

A UM PONTO DO PONTO DE ENCONTRO.


 ( O Jogo online)

I Liga
15º Jornada (Jogo antecipado)
Estádio do Dragão, Porto
Hora: 20:30 . sporttv1
Tempo: chuva
Assistentes: superior a 22 000

                

                        FC  do PORTO, 2 - SC Maritimo, 1
                                                 (ao intervalo: 1-0)

FCP:  Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano (C), Alex Telles, Danilo Pereira, Óliver Torres, aos 84' Rúben Neves, Jesùs Corona, aos 84' João Carlos Teixeira, Yassine Brahimi, aos 73' Héctor Herrera, André Silva e Diogo J.
Equipamento: oficial tradicional

Treinador: Nuno Espírito Santo

Árbitro: Bruno Esteves (Lisboa)

GOLOS: AOS 45' por Yasine Brahimi em remate a entrar entre o poste e Gotard, a aproveitar o ressalto de um remate de Diogo J que bateu num adversário, em luta de corpo com um defesa do Marítimo junto à linha de fundo; 2-0 aos 67´por André Silva numa assistência de Yasine Brahimi, a bater a bola forte e seco para o lado direito do guarda redes insular. O golo do Marítimo foi obtido por Dyoussé aos 85´que ganhou a bola a Felipe e rematou forte e colocado de nada valendo o voo de Iker.

                Não tive oportunidade de ver o jogo na tv em tempo real, porém, dos comentários e imagens  que ouvi e vi no Porto Canal sobre a análise do encontro e de uma passagem pelas folhas de "O JOGO", julgo poder extrair as seguintes afirmações:

               - O Futebol Clube do Porto atingiu um nível de exibição global na linha das últimas atuações, mais evidente no primeiro período;

               - Nunca permitiu ao Marítimo alguma ascendência na partida, o qual foi quase inofensivo no ataque com apenas um remate não enquadrado com a baliza no primeiro tempo e mais três na segunda tendo chegado ao golo no único pontapé em que a bola poderia entrar. Iker Casillas não fez qualquer defesa em todo o tempo do encontro.

               - Yassine Brahimi mereceu especial destaque pela excelente jogada que protagonizou e pelo golo conseguido num difícil remate em ângulo muito apertado, bem como pela assistência para André Silva concretizar e atingir a dezena de golo e igualar a melhor marca da I Liga.

               - João Carlos Teixeira, suplente utilizado entrou e agradou

               - Bruno Esteves, da AF de Lisboa e o auxiliar da bancada ocidental, cometeram dois erros graves contra o Futebol Clube do Porto: aos 11' e o marcador em branco Maxi Pereira foi rasteirado com um pisão do defesa do Marítimo dentro da área numa situação de concluir com  sucesso um jogada de golo. Bruno Esteves, sem impedimento visual de qualquer espécie, vê a irregularidade mas não quis assinalar uma grande penalidade a favor do FC  do Porto que elevou a conta dos erros grosseiros nestes lances para TREZE nos jogos até agora realizados. O auxiliar referido, anulou por fora de jogo a Maxi Pereira quando ele se isolava dentro da área a caminho da baliza num  lance em que as imagens mostram, sem equívoco possível, a legalidade da posição do defesa portista no início da jogada.

              - O Dragão está a chegar ao topo do poço onde o quiseram abafar e apresta-se para chegar ao ponto de encontro com a liderança. Há um ponto para recuperar, por agora, porque para somar pontos só vencendo se consegue...Certos, certos, mesmo que somados por antecipação, são os que o FC do Porto adquiriu que já jogou e venceu.

                INSÓLITO: O clube da Dona Victória irá completar na próxima jornada do campeonato de primeira Liga, QUATRO partidas contra equipas que mudaram de treinador antes. Mala suerte, ombre, diria Jesús! 

segunda-feira, dezembro 12, 2016

FEIRA DE MEL.


(Fotografia O Jogo online)


I Liga
13ª jornada
Estádio Marcolino de Castro, Feira
Domingo, 16:00 h - sport tv
2016.12.11
Tempo: céu limpo de nuvens
Relvado: estado aceitável
Espectadores:(+-) 6000


               GD Feirense, 0 - FC do PORTO, 4

                                       (ao intervalo: 0-2)

FCP alinhou: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano (C), Alex Telles, Danilo Pereira, Óliver Torres, aos 65' André André, Jesùs Corona, aos 57 Hèctor Herrera, Yasdine Brahimi, André Silva, aos 70' Rui Pedro e Diogo J.
Treinador: Nuno Espírito Santo:

Árbitro; Luís Ferreira (Braga)

GOLOS E MARCADORES: 0-1 aos 4', por André Silva, na conversão de uma grande penalidade. Estava o jogo no minuto 3º, André Silva isola-se na área com a bola à sua frente ultrapassando Icaro que o derruba com encosto da mão no flanco direito. Com remate forte para a esquerda do guarda redes e sobre a relva, André concretiza o golo com segurança e frieza; 0-2 aos 33' por Yassine Brahimi, em lance iniciado num lançamento da linha lateral de Maix Pereira, com a bola a chegar ao argelino postado dentro da área nas costas do aglomerado de jogadores, com tempo para controlar e rematar para o golo com tranquilidade; 03 aos 55', por Iván Marcano, com a testa e sobre a linha de golo dando sequência a remate de Felipe de cabeça dando a sensação de que daria golo sem intervenção do capitão portista. Um golo "a meias"; 0-4 aos 66', com Yassine Brahimi a lançar Alex Telles pela esquerda que a conduz até à linha de fundo e apertado por um defesa executa um centro com conta e medida para André Silva concretizar de cabeça elevando-se entre a defesa.


          - 14º jogo consecutivo em várias competições sem perder


          - sete jogos sucessivos sem golos sofridos - 660'


          - melhor defesa da I Liga com cinco golos consentidos - a MELHOR DE SEIS LIGAS EUROPEIAS à 13ª jornada

          - subida ao 2º lugar da classificação geral


          - segundo melhor marcador de golos do campeonato com nove golos a um do 1º, Marega, jogador do FCP a jogar emprestado no Vitória de Guimarães


          - equipa com muito maior número de decisões erradas das arbitragens com influência direta nos resultados negativos para a classificação.


           Adiantando-se no resultado nos primeiros minutos da partida e a jogar contra o Feirense, último da classificação geral, reduzido a dez unidades por expulsão de Icaro no lance de que resultou o penalti justamente assinalado, se algumas dúvidas houvesse sobre o resultado final elas dissiparam-se totalmente perante a evidência dos factos. E, ainda que a equipa de José Mota não baixasse os braços nem mostrasse estar disposta a facilitar a vida a Nuno Espírito Santo -aos 18' levou mesmo a bola à base do poste de Iker Casilas em excelente remate de ressaca, graça que teimosamente repetiu, à barra, aos 89' com o marcador encerrado- o Futebol Clube do Porto assumiu com tranquilidade e segurança a liderança do jogo sem dificuldades de maior, desaproveitando, até, excelentes oportunidade de fazer subir os números substancialmente.


             Exibição q.b. com abertura para substituições e ensaio de sistema alternativo, lances individuais para apuramento da técnica sempre sem acelerações no ritmo acima das 2000 rotações e necessárias quando o desenvolver das jogadas o requeria.


            Sem lugar para grandes destaques exibicionais numa escala de honra, há que relevar o excelente trabalho da defesa, sempre atenta e eficaz na anulação das ofensivas feirenses. No miolo Danilo Pereira e Óliver Torres são alfa e omega da vida coletiva da equipa e causadores dos lances ofensivos mais bem concebidos e perigosos do ataque dragoniano, onde Jesùs Corona os burila com a arte de tecelão exímio para obsequiar André Silva, Yassine e Jota, ávidos de os valorizarem na bolsa dos golos. Rui Pedro mantém a sua prescrição de entrosamento ativo no grupo de elite, Yassine Brahimi informa ter esconjurado espíritos malignos e estar de cabeça limpa, André Silva segue e sobe.

            Tende paciência carpideiras velhas, não é a morte do Dragão que tereis que carpir...


            Quando a equipa de arbitragem não condiciona o resultado final faz o que lhe compete.


           


           

          

quinta-feira, dezembro 08, 2016

1, 2, 3, 4, 5! 1, 2, 3, 4, 5! 1 ,2, 3 ,4, 5! PERCEBERAM OU FAÇO UM DESENHO?



(Foto OJOGO online)

Liga dos Campeões
Fase de grupos - Última jornada
Estádio do Dragão, Porto, Portugal
2016.12.07 - 19:45 horas
Tempo. frio e seco
Espectadores: 40000 (três mil na claque inglesa)

 
        FC do PORTO, 5 - Leicester FC, 0
                                     (ao intervalo 3-0)

FCP alinhou: Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Iván Marcano (C), Alex Telles, Danilo Pereira, aos 76' Rúben Neves, Óliver Torres, Yassine Brahimi, Jesùs Corona, aos 76´Héctor Herrera, André Silva, aos 78' Rui Pedro e Diogo J.

Equipamento: oficial tradicional

Treinador: Nuno Espírito Santo

Árbitro: Felix Zwayer, Alemanha. (Estreia na Liga dos campeões)

GOLOS: 1-0 aos 6', por André Silva, ao segundo canto sucessivo, a rematar de cabeça no espaço aberto por Felipe; 2-0, aos 26' por Jesùs Corona, a finalizar de pé esquerdo dentro da área com serenidade e sem preparação um estupendo centro de Alex Telles lançado pela esquerdo com um passe de ÓliverTorres: Remate espetacular ao ângulo da baliza, sem defesa possível; 3-0 aos 44' por Yassine Brahim, um golo com nota artística de vinte valores, ao desviar com o calcanhar um passe da direita de Maxi Pereira, inspirado no memorável golo de Viena de Áustria em 27 de Maio de 1987 do compatriota Rabah Madjer; aos 64´4-0, por André Silva na conversão de grande penalidade a punir um puxão e derrube a ele próprio, sem equívoco, num pontapé forte e raso a entrar junto ao poste e o guarda redes a lançar-se para o lado contráio; aos 77' por Diogo J. a passe de André Silva, em desmarcação e jogada perfeitas.  

         - Seis jogos consecutivos sem sofrer golos.

         - Seis golos marcados em dois jogos.

         - Apuramento para o grupo das dezasseis melhores equipas da Europa com apenas uma derrota sofrida fora de casa, por 1-0. 
       
         - Segundo lugar no grupo com ONZE pontos. 

         - Maior número de golos marcados (recorde) a uma equipa inglesa na Liga dos Campeões

           Exibição de excelente nível do Futebol Clube do Porto numa partida cujo resultado se revestia de assinalável relevância para a afirmação da equipa ao nível externo e interno, a par do restabelecimento da confiança entre os adeptos e a estrutura técnica e dirigente.

          A história do jogo está plasmada nos números robustos do resultado só podendo surpreender quem não pôde desfrutar do estupendo espetáculo que ocorreu no Dragão, nesta última jornada de apuramento para a fase a eliminar da Liga dos Campeões. A superioridade da jovem equipa portista manifestou-se desde o apito inicial do excelente alemão Felix Zwayer até ao fim apoteótico do confronto com momentos de excelente recorte exibicional, individual e coletivamente. Entrando na partida com uma postura de ataque e muita concentração a equipa, serena e assertiva nos transições ofensivas e impecável na defesa, tomou conta do jogo e cerceou as veleidades de Cláudio Ranier de causar qualquer surpresa. Os golos foram consequência de uma superioridade nítida no período inicial, repetida no tempo complementar apesar da tentativa do Leicester, campeão inglês em título da Primier League, para equilibrar o desnível do relvado donde não lhe era permitido sair com perigo, a não ser no estertor do tempo com um remate a alguma distancia, aos 88', a passar rente ao poste da baliza de Iker Casillas.

          Todos os elementos que participaram nesta brilhante exibição fizeram jus aos aplausos com que foram premiados no fim do encontro. Vou referir André Silva pelos dois golos conseguidos e pela forma como atuou: mais comedido na dispersão do esforço pelo relvado e sempre bem posicionado como ponta de lança e a frieza e precisão empregues na marcação do penalti. Dois golos e uma assistência de classe para Diogo J se estrear. Se, no jogo contra a equipa de Peseiro Pés-Frios, não me pareceu acertada a decisão de ser ele a bater o penalti, ontem, com o resultado em 4-0 não poderia ter sido nenhum outro. Também nesta situação Nuno Espírito Santo esteve bem. Depois, há Jesùs Corona, extraordinário, calmo, científico, descontraído como se estivesse de sombrero numa praia em Acapulco. Danilo Pereira, força e raça de portista, Diogo J com arranques de foguetão espacial e Yassine Brahimi Rabath Madjer versão 2016, a chatear Hamer que não tinha dívida alguma a saldar (que se saiba...). E Iker, e Maxi, e Felipe e o capitão Marcano e o Telles, cara séria de poucos amigos, e o Óliver, entretido e mexido,  e o Rúben, e o Herrera e o Rui Pedro sem bruxedo, e o tipo do lenço branco envergonhado, calado, perdoado.

            COM UMA ARBITRAGEM SEM FALHAS! 

            Passamos porque ganhamos, isto é, somamos três pontos de uma vitória bem justa. Não confiámos nos deuses para que nos premiasse com vitória uma derrota  humilhante para integrar o grupo dos dezasseis melhores da Europa...

           1,2, 3, 4, 5! 1, 2, 3, 4, 5! 1, 2, 3, 4, 5! 1, 2, 3, 4, 5! 1, 2, 3, 4, 5...!!!
   
           Seis jogos consecutivos com a baliza virgem! Seis golos em dois jogos!  

            
          QUE RAIVA!